Terça-feira, 14 de Abril de 2009

 

Também eu fui mau aluno, também eu sou professor.
“Estranho ofício” é como o autor classifica esta profissão.
Não vou aconselhar os colegas a lerem o livro. Eles já são crescidinhos para saberem o que devem ler. No entanto, gostava que alguns o lessem e, por mais incrível que possa parecer, a alguns dos mais “novitos” far-lhes-ia muito bem.
Não há receitas para se ser um bom professor (nem eu sei o que é ser “bom” professor).
O autor mostra, neste seu livro de reflexões sobre a arte de ensinar e a arte de aprender, exactamente isso: não há receitas. Mas mostra que tem de haver o tal “amor”, o gosto, a sensibilidade. Sem isto, há apenas o debitar de matérias que, no nosso caso, são 90 minutos, mais 90 minutos ….
Pobres dos alunos (muito bons, bons, assim-assim, cábulas, muito maus …) e pobres dos professores que ainda não repararam que este seu “estranho ofício” é uma arte. Uma arte nobre.
M.T.


publicado por I.M. às 14:39
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