Terça-feira, 19 de Maio de 2009

 

Li este livro em Janeiro deste ano.
Achei-o curioso. Nunca pensei em escrever o que quer que fosse sobre ele, pois não queria partilhar com ninguém as sensações que me deixou.
No entanto, de há uns tempos para cá, não me “sai” da cabeça, nem do corpo.
É raro o dia em que não me lembre dele, apesar de já ter lido mais 15 livros. Assim, resolvi ceder ao meu egoísmo inicial e resolvi escrever algumas frases sobre ele.
FOME vem-me à cabeça e fico enregelada. Um frio que se agarra à pele, um frio solitário.
A narração é o jogo do “Rato e do Gato". A vida “endireita-se” um pouco, e logo o protagonista a põe “torta” - o gato apanha o rato, mas logo o deixa escapar.
Por amor aos outros, o protagonista passa fome... ou por masoquismo?
Para se testar? Determinar o limite da degradação física que ainda lhe permita ter ideias para escrever?
É um jogo entre as resistências física e intelectual e a morte.
No fim, o jogador abandona a mesa do jogo (ou terá ganho o jogo?), parte… Provavelmente, para outro jogo.
M.T.


publicado por I.M. às 20:12
De
  (moderado)
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Este Blog tem comentários moderados

(moderado)
Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres



Copiar caracteres

 



Em torno de livros e escritos. À volta de histórias e estórias...
pesquisar neste blog
 
links